Barbara Kruger nasceu em Newark, estado norte-americano de Nova Jersey, em 1945. Começou trabalhando como
diretora de arte de revistas e como designer para capas de livros, entre outros trabalhos. Entrou para o “mundo
da arte” em 1969, escrevendo poemas e pintando. Cursou Escola de Design e atualmente reside e trabalha em Nova
York, aonde atua como artista, curadora, professora , escritora, designer para grupos políticos individuais e
institucionais, colaboradora com arquitetos e paisagistas para parques inovativos, enfim, ela quase não faz nada
né ? :P. Desde 1979 Kruger tem seus trabalhos com grande estilo: fotos em branco e preto e escritos com fontes
específicas, imitando o vocabulário da propaganda e adaptando-o, para focalizar problemas sociais como a
violência, a saúde pública e a discriminação.A artista trata o espaço público, a representação social e a
linguagem na qual intervém tanto como um alvo quanto como uma arma. Barbara trabalha com mensagens ambíguas, irônicas e frases de duplo sentido. Seu interesse é intervir nas
linguagens e nas ideologias da vida cotidiana e no poder vigente nas representações sociais. Isso não quer
dizer que seus trabalhos não toquem a questão da manipulação econômica do objeto de arte, no que diz respeito a
sua circulação e consumo como signo-mercadoria: não é a toa que Barbara se apropria de outdoors e outros
veículos da mídia.A conexão entre texto imagem não seria possível se não fosse os conceitualistas anteriores. Os trabalhos de
Kruger subvertem os gestos de poder, não só pelo feminismo e pelas polêmicas anticapitalistas, mas sobretudo,
pela sua estratégia de combate dentro do espaço da arte. Suas palavras reverberam não somente contra outras palavras, mas igualmente também contra imagens...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário